Header Ads

Image and video hosting by TinyPic

Pantera Negra' assume liderança de bilheteria nos cinemas.

Nada das piadinhas de Tony Stark, do jeito charmoso de Peter Quill ou das trapalhadas do Homem-Aranha. “Pantera Negra” oferece estofo para o já bem povoado universo cinematográfico Marvel (ou Marvel Cinematic Universe — MCU) e traz engajamento para as causas mundanas, coisas que os super-heróis — ultimamente mais tridimensionais — deveriam lidar. É o mais politizado longa do Marvel Studios até agora.

A trama traz à tona as origens milenares dos Panteras Negras, um manto que é passado de pai para filho e que tradicionalmente fica na linha de sucessão entre os aspirantes ao trono do evoluído — mas não aos olhos do mundo — reino de Wakanda. O local é o lar de um dos mais resistentes, versáteis e poderosos metais do universo Marvel, o Vibranium, do qual parte do escudo do Capitão América era feito.

 Pantera Negra” é o mais sério e politizado de todos os filmes do Marvel Studios e aborda questões mais profundas do que “Capitão América: O Soldado Invernal”, “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: A Era de Ultron” tentaram no passado. Muita gente vai sentir falta das tradicionais piadinhas a cada 15 minutos.


Sua representatividade, incluindo os subtextos sobre gênero e etnias, ecoa mais forte nos tempos em que vivemos — o que deixa uma marca ainda mais poderosa no cinema e no MCU. Com isso, corre também o risco de ficar datado. É um preço que T’Challa, e nós, podemos pagar: afinal, vê-lo cair e levantar, torna-se um rei, um herói, um rebelde e um vingador, pode ser uma diversão e tanto, com uma baita de uma mensagem no meio de tudo isso.

**PS: Ah, sim, há duas cenas pós-créditos. A primeira dá pistas de como pode ser uma sequência de “Pantera Negra” e a segunda se conecta com os eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Portanto, fique um pouco a mais na poltrona se quiser ver.

Confira o Trailer.

Nenhum comentário

Juliano Cesar. Tecnologia do Blogger.