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Vereadores mantém ajuda de custo de professores da AESA

Apesar do parecer contrário e único referente a três projetos diferentes da Comissão de Educação, lido pela vereadora Cybele Brito (PP), a Câmara de Vereadores de Arcoverde votou na noite desta segunda-feira (12), em separado, os três projetos que tratavam de mudanças na Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – AESA e dentre eles rejeitaram o que acabava com as ajuda de custo aos professores da instituição. 

O projeto que era polêmico, assim como os demais que definia valores de gratificações e elevava os gastos com o Programa de Desenvolvimento Institucional, teve parecer pela rejeição, sendo recusado por unanimidade da Casa James Pacheco. Com isso, os professores que há mais de dez anos já vinham recebendo essa ajuda de custo continuam a receber, onerando as despesas da autarquia em cerca de R$ 100 mil anual. Na realidade a tal ajuda de custo foi criada em 2001, há 17 anos.

Os vereadores alegam que o fim da ajuda afastaria muitos professores que vêm de outras cidades, segundo relataram vários estudantes. Tese defendida pela presidente da casa, a vereadora Célia Almeida (PSB), que conclamou a bancada do governo a votar contra o fim da ajuda de custo e a favor dos outros dois projetos. Para o CESA (Centro de Ensino Superior de Arcoverde), há muitos que recebem sem precisar e causam prejuízo a instituição, além de ser juridicamente ilegal já que ajuda de custo é algo provisório.

Os vereadores também votaram a favor do projeto que elevava o percentual de investimento no Programa de Desenvolvimento Institucional de 5% para 7% e aprovaram o que definia um valor fixo para as gratificações dos coordenadores de cursos no valor de R$ 2.500,00. Os dois tiveram o voto contrário da vereadora Cybele Brito (PP), que apresentou parecer rejeitando todos os três projetos. afolhadascidades

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Juliano Cesar. Tecnologia do Blogger.