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Saúde : Dor não é desculpa para evitar dentista

Ter medo de dentista não é algo incomum. Pesquisas apontam que cerca de 20% população brasileira é acometidas pela odontofobia. Muitas vezes, esse temor está relacionado a uma experiência dolorosa: seja a provocada pelo ausência de cuidados básicos com os dentes ou decorrente de tratamentos historicamente considerados amedrontadores. Extrações de dentes e tratamentos endodôntico, os famosos tratamentos de canal, são alguns dos mais temidos.  

“A odontologia trabalha constantemente em diminuir a dor. Com o desenvolvimento de anestésicos mais potentes e técnicas avançadas, é possível realizar tratamentos mais invasivos sem que o paciente sinta qualquer incômodo. Com consultas preventivas, também, pode-se diminuir a chance de sentir qualquer dor a zero. O problema é que muitos paciente já procuram o dentista quando o problema já está instalado”, explicou o ortodontista da Rede OrtoEstética, Bruno Alencar. 

Para quem encara a ida ao dentista com naturalidade, isso pode parecer estranho. Mas, quem já passou por uma experiência negativa sabe que não é algo tão fácil de superar. As pessoas mais velhas, submetidas a técnicas ultrapassadas e sem anestesia, são as que mais sofrem com esse medo. “A dor também pode estar relacionada a algum trauma do passado. Os profissionais precisam estar atentos para criarem experiências positivas e fazer o paciente superar isso”, comenta o ortodontista da Rede OrtoEstética, Bruno Alencar.  

Apesar da dor ser temida na área, na ortodontia, por outro lado, muitos acreditam que ela é sinônimo de resultado. Isso é um mito. “Como as consultas de um tratamento ortodôntico, normalmente, são mensais e já existe o mito de sentir dor, o paciente muitas vezes espera sentir esse incômodo para acreditar que há resultado. Diariamente precisamos desmistificar isso no consultório. Podemos tratar em ortodontia sem dor”, esclarece o ortodontista da Rede OrtoEstética, Bruno Alencar.  

O resultado de um tratamento ortodôntico parte de alguns princípios: planejamento ideal, e resposta orgânica do paciente. Além disso, segundo o ortodontista da Rede OrtoEstética, Bruno Alencar, “o profissional precisa saber desde o início do tratamento o que vai fazer no paciente, evitando movimentos de vai e vem, minimizando as dores, e optar por aparelhos mais modernos que trabalham com forças sempre leves e constantes”, conclui.

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Juliano Cesar. Tecnologia do Blogger.